quarta-feira, novembro 18, 2009

(imagem da web)

MASSAS DE MANOBRA

Na rígida elasticidade
Erétil do fio da navalha
Deslizavam ocas
Elas - as ideias

Fatiadas com felicidade
Ao coro de vento canalha
No cio das fofocas
Eram pobres aldeias

Sem visita da especialidade
Muita massa se espalha
Na vastidão das malocas
Jardim de damas feias

É implacável a vil maldade
Lâmina inimiga da falha !
Picando bocas
Moldando teias ...

8 comentários:

Ianê Mello disse...

Lindo poema, Ivan.

Bastante crítico.

Aguardo sua visita.

Beijos.

Zeus disse...

Venho te agradecer de coração sua amizade e sua presença sempre que possível a minha página,caro amigo Ivancesar,e apreveitando minha visita te deixo este pensamento:

"Nunca diga “Eu te amo”, se não te interessa e nunca fale sobre sentimentos se estes não existem.
A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você, quando você não pretende fazer o mesmo."
Um forte abraço e seja feliz!

Doroni Hilgenberg disse...

Ivan,

Ah.. é triste quando certas ideias implacaveis tomam conta de nossos pensamentos e ditam as regras.
Perdemos a noção de fatos e coisas e muitas vezes nos perdemos também.
bjs

Doroni Hilgenberg disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nydia Bonetti disse...

As cidades agonizam, Ivan. Dentro e fora de nós. Mais implacável que o tempo - a indiferença.

Bom fim de semana!

Beijo

Nilza disse...

Oi Ivan,
Favelas, aldeias, idéias,ideais tudo confundem-se e entranham-se na memória, sem ao certos distinguirmos onde começam e terminam.É a massa das idéias massificando ideais, massageando a miséria da aldeia numa verdadeira teia de assombros.
Beijos

Joe_Brazuca disse...

estamos todos massificados...
só que
alguns

-----------------de nós

não

FERMENTAMOS !

grande, Ivan !..grande !

Benny Franklin disse...

Me amigo e parceiro Ivan

Sou todo agradecimento pelas palavras deixadas em meu blog.

Obigado.

Sou - TBM - seu admirador... Seus poemas se alinham aos meus.

Imenso amplexo.

Benny Franklin