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terça-feira, dezembro 08, 2009


Este poema resultou de um fato da vida real. Da minha vida. Foi no tempo em que meu pai estava asilado no Uruguay . Acordei com a surpresa daquele brinquedo maravilhoso. Mas no dia seguinte viajamos e esquecí o brinquedo num táxi ... Virou poema !
Helicóptero de Natal

Num tempo d´outrora, um natal da infância
Debaixo da cama acordou-me um presente
Helicóptero de plástico, tão logo perdido
Remoto descuido, de um dezembro distante
oooOOooo

O natal se foi no táxi de um desconhecido
Brinquedo nunca esquecido guardado latente
Papai Noel para o alheio e o piá entristecido
Nos outros natais a nave voou novamente
oooOOooo

Acordando a criança que me fêz um aguerrido
Sempre lembro d´ele de um jeito irreverente
O artefato voador acorda um pirralho atrevido
Ainda à espera de um dezembro menos carente

12 comentários:

Nydia Bonetti disse...

Como esquecer os Natais da infância... Nos meus, tantas vezes nem havia presentes. O presente era a vida. Lindo Ivan.

Beijo!

Nilza disse...

Querido Ivan,
Nossa! lembrei-me dos meus natais, sempre fartos de presentes, alguns embaixo da cama, outros dentro de meia na janela, outros ao pé da árvore..quanta magia! quanta poesia, quantas ilusões....que tempo, não existe nada melhor na vida que nosso tempo de criança, por isso acho que ainda teimo em não crescer...
Beijos amigo, adorei!!!

Nilza disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nilza disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Norma Villares disse...

Excelentes lembranças, da magia do Natal!
A espera do Papai Noel...
Muita vezes nostálgicas pelos tempos que se foram e guardados na memória.
Andei sumida, por conta de dores pessoais, mas estou voltando devagar.
Sublimes abraços

Chá das Cinco disse...

É meu aniversário, vim te trazer um pedaçinho do meu bolo virtual.
Bjs

Zeus disse...
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Zeus disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Zeus disse...

Esta data do ano serve como um flashback onde lembranças de nossa infância e dos tempos de nossa inocência vem em nossas mentes tal como um filme de ficcção onde parece que o que era bom não voltará jamais.

Abraço fraterno caro Ivan

Rosan disse...

Olá.
o Natal mexe com nossos sentimentos mais profundos..
na minha infancia dificilmente ganhava presente, as vezes alguns doces...
e agora não é tão diferente, por vezes as dificuldades nos batem a porta e nem sempre dispomos de dineiro para presentear... como gostaríamos...mas seguimos adiante, pois Deus nos dá exatamente o que precisamos para nosso aprimoramento, e não oque queremos para simplesmente satisfazer nossos desejos.
beijo de luz

Dri Viaro disse...

oi, passei pra desejar boa semana e conhecer o blog
bjsss

aguardo sua visita :)

Ianê Mello disse...

Que lindo, amigo!

Relembrei meus natais da infancia.

Tem surpresinha pra você no meu blog. Retorne lá no post que você comentou com um lindo verso.

Beijos.