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sexta-feira, setembro 22, 2006


Na foto IVAN CEZAR INEU CHAVES é o terceiro da esquerda para a direita , exibindo um Diploma obtido num concurso literário da Maçonaria onde foi contemplado com o 4º lugar.

Atrás, da esquerda para a direita Gérson Brenner - Amauri Luz e Moacir Fonseca.
À frente, pela ordem Enio Aires, Gerôncio Vaz, Ivan Cezar e um Irmão do Grande Oriente;

Cerimônia realizada no Templo Nobre Caldas Jr. do GORGS em Porto Alegre RS.

4 comentários:

IVANCEZAR disse...

Se voce é Maçom ou simpatiza com a Maçonaria deixe seu recado. Será um prazer trocar ideias.

IVANCEZAR disse...

Eis o artigo escrito por IVAN CEZAR e que recebeu o prêmio de 4º lugar no concurso "O DELTA" de Literatura Maçônica.

Os leitores Maçons

A notícia só não passou desapercebida porque um grupo pequeno de intelectuais fez repercutir seu conteúdo crítico, notadamente nos meios escolares e acadêmicos, onde o tema foi discutido e, por assim dizer, houve uma inevitável aceitação de uma constatação verdadeira imposta por alguém de fora.

Refiro-me à crítica que veio da Grã Bretanha, onde os periódicos, os editores e , enfim, o conjunto dos intelectuais bretões , lançaram uma pública acusação ao Brasil, qual seja, o de se constituir numa nação de não leitores, isto é, em outras palavras um País que vira as costas para aquilo que se define como meio de aprendizado e um dos mais sadios hábitos humanos : - a leitura.

Ninguém poderia mesmo demonstrar mágoa ou descontentamento , afinal nossos irmãos do velho continente não falsificaram esse contexto e , muito menos, tiveram o propósito maldoso de irrogar uma ofensa com o frio e duro propósito de atingir o amor próprio de uma nação soberana.

Mas como toda crítica cuja essencia sabemos ser verdadeira sempre dói no silêncio de quem a ouve , calou fundo o libelo acusatório vindo da terra do genial Shakespeare e da doce Emily Bronte.

O papel do Maçom brasileiro é relevante dentro desse contexto onde o espaço da literatura nacional parece encurralado em meio a outros temas que parecem ocupar a preferência brasileira, aí incluídos alguns pontos importantes da nossa cultura, como a Música Popular Brasileira, o carnaval, o futebol , o Cinema e a Televisão, aos quais não se nega ou mitiga o valor, mas que não podem monopolizar todo o espaço e necessariamente deve ser reservardo um tempo para a leitura.

A literatura no seio da Maçonaria , enquanto valor institucionalizado , é sem sombra de dúvidas um bom começo, quiçá um excelente início de caminhada e, porque não dizer, um ponto de partida da reação cultural . Não somos uma instituição que carregue o velho estigma da entidade secreta e até nos aceitando como uma sociedade discreta, estamos a lançar em nosso meio o desafio de ler e escrever, para então , depois, bem depois, poder discretamente influenciar na sociedade profana.

Sim, porque em Maçonaria costumamos dizer que nada acontece por acaso, tanto quanto nada se escreve por acaso e os irmãos de ordem que estão mais atentos ao âmago do tema abordado nesta crônica logo concluirão que o leitor de hoje será, muito provavelmente, o escritor ou o poeta do amanhã.

Sendo Maçom, livre e de bons costumes, esse saudável hábito de ler mesmo que não lhe sirva para escrever em prosa ou compor versos, ainda assim, alimentará a alma com o conhecimento e com os valores de racionalidade que nos fazem manter firme o compromisso de construtores do edifício social, cavando masmorras aos vícios e erguendo templos às virtudes.

IVANCEZAR disse...

Chegou o ano de 2007 , mais um ano de nossas vidas. Que sejamos felizes e que nossos projetos possam se realizar sem necessidade de utilizar nossos semelhantes como degraus na escalada .

Que assim seja !

Das minhas leituras de janeiro, da folga permitida, extrai alguns fragmentos interessantes, que registro:

- Que a ironia deve ser definida como uma maneira elegante de se exteriorizar a maldade ...

- Que o BOATO quando entra disfarçado , faz com que a verdade abandone a casa pela porta da frente ...

- Que na cidade francesa de Rennes Le Chateau não existem só ruinas da idade média ...

- Que o romance PARZIVAL de Wolfram Von Eschenbach pode não ser uma obra puramente de ficção...

PENA mesmo que a gente depois de janeiro tenha que voltar ao trabalho e não sobre mais tempo para a leitura...

IVANCEZAR disse...

Eu havia me esquecido deste BLOG, e estou agora empenhado em ativá-lo, espero que outras pessoas possam visitá-lo.